Diários

Bom… este local tem a simples finalidades de armazenar meus diários! Basicamente se resumem a textos que escrevo em viagens ou momentos descrevendo o que aconteceu, assim… gostaria de deixar claro que caso aja alguma dúvida, ou caso alguém queira mais detalhes de uma determinada situação fiquem a vontade… sou um livro aberto!

Por enquanto existem 4 diários… No momento estou em uma viagem que busco viajar o Mundo de carona, e estarei postando os links do post que será postado de semana em semana. e colocarei aqui o link de cada uma dessas semanas. Pois essa viagem pode vir a ser longa, e postar aqui tornará essa pagina um livro. Tb colocarei registros no face e no YouTube e linkarei dentro das descrições de cada semana!

Depois destes links dessa viagem que estou fazendo que pretendo percorrer o mundo tem diários mais antigos de outras vivencias que já tive sendo 3 diários postados. O primeiro é um geral e depois vem dois anexos que aconteceram dentro deste geral…

(Futuros links)

 

Diário Principal

 

Faz uns dias que sai de casa, assim irei resumir os acontecimentos para então enfim chegar aos dias atuais.

Antes de sair estudava Naturologia, em São Paulo. Estava cursando o terceiro semestre pela segunda vez.

Por um período de alguns dias fiquei um pouco sensível, e ao mesmo tempo incomodado com o sistema em que vivia. Bem neste período assisti a um filme que vinham a tempo me dizendo que eu devia ver: Na natureza selvagem, foi por acaso, estava eu no Boteco Resavela e disseram que iam passar esse filme. Assim assisti. Me abalou ainda!

Logo depois também vi outro filme que já havia visto: Baraka. Uma cena em particular me tocou muito. Um monge budista caminhando em uma metrópole (provavelmente Japão) de uma forma extremamente lenta, profunda e calma. Nesta cena me questionei: quem quero ser, o monge ou as pessoas a sua volta¿

Após vários dias assistindo esses dois filmes decidi largar a faculdade. Outro fator decisivo foi que neste período eu havia reencontrado um amigo que não via há uns 3 anos pois ele tinha ido para o Chile, Argentina, etc. Me convidou para ir para a Patagônia. Nestes embalos larguei tudo e comecei a me preparar para Estrada!

Ganhei uma bota de minha vó, e comprei algumas coisas. Pensava em ir para o Chile e depois ir subindo pela América Latina.

No fim fui para São Thomé das Letras me despedir de minha mãe. O que era para ser um feriado virou +- 3 meses. Neste período cheguei a ir para São Paulo e voltar.

Não comentei que faziam messes que eu só me alimentava de líquidos, precisamente dês de o natal. Voltei a comer na páscoa, neste período fiz dois exames, um Hemograma completo, e outro que juntava 12 exames. O primeiro foi em janeiro e o segundo próximo a páscoa.

No fim quase antes de partir fui a Vrinda Bumi, uma comunidade Hare Krishna em Baependi, MG. Lá visitei meu mestre espiritual, e de lá peguei uma carona para São Paulo. Após uns 3 a 4 dias no domingo voltei para São Thomé.

Neste período havia comprado uma máquina digital e quando fazia uma capa para ela no macramê reencontrei o Adriano e a Daniela. Havia conhecido eles em Sampa no templo hare krisnha Vrinda.

Eles estavam viajando em uma Kombi e de certa forma me convidaram para seguir com eles. Decidi ir.

Quando estávamos de partida e me despedindo de minha mãe, recebemos uma notícia de que minha avó estava muito mal, que minha mãe devia ir para São Paulo.

Fomos todos, e lá sabemos que ela tinha falecido. Após este período comecei a ganhar um dinheiro para seguir viagem. O rumo agora era nordeste.

Me equipei e também comprei materiais para a revolução da colher. Um pouco antes de partir roubaram minha máquina digital.

Voltamos para São Thomé, onde encontraríamos outra Dani, uma ex tripulante da Kombi. Após alguns dias partimos para Varginha, ficamos em um templo e no outro dia fomos para Tiradentes.

Lá ficamos uns 4, 5 dias e partimos para Ouro Preto, que estava ocorrendo um festival de inverno. Lá ficamos quase uma semana e partimos em direção a Serra do Cipó. No caminho dormimos em Lagoa Santa na casa de uma prima do Adriano. Quando amanheceu fomos para Serra do Cipó. Lá pelas 4 da tarde partimos para Milho Verde, Cerro, uma cidade antes. Quando estávamos em Tiradentes comentaram que teria um festival em Milho Verde.

Não comentei que em Ouro Preto quase havia desistido de seguir na Kombi, foi lá que completei 22 anos. Sozinho no topo de uma montanha.

Agora estou em Cerro a caminho de Milho verde e começarei a detalhar o Diário.

21/06/10 quarta feira

Avia dormido na rua pois a Kombi é pequena. Acordei e levantei pois a cidade estava começando a ficar movimentada. Observei os moradores e depois comprei um caderno, fiquei o resto da manha atualizando o diário. Tive sonhos bem fortes mas agora já me esqueci.

Estava sentado encostado em uma arvore escrevendo e na rua um batalhão de baratas começou a sair de um bueiro. Após um tempo uma delas percorreu uns 15m chegou até em mim e ficou no meu joelho e no caderno me olhando. A fitei por alguns segundos e a tirei com a caneta. Qual será a mensagem deste acontecimento¿

Bom no fim não encontro minha caneta azul, então escreverei de vermelho. Passamos em mecânico para arrumar o freio de mão e o freio normal. Neste contratempo as Danis davam uma volta. 20 reais, e fomos encontrar a ultima Dani. Encontramos ela no centro. Abastecemos 32 litros, 88 reais e partimos para milho verde, pois pegamos a programação e estávamos empolgados para chegar lá.

Andamos alguns quilômetros e em uma subida a Kombi não foi, o Adri indo de ré parou ela em um barranco, toda a estrada estava meio que sendo concertada para ser colocado asfalto, assim pedimos para um trator puxar. A corda arrebentou e a Kombi começou a descer, por sorte o Adri conseguiu pará-la em um barranco pois a mocinética (karma da Kombi) havia quebrado em uma vã tentativa de sair do barranco. E por a kombi estar desligada não freava direito. Amarramos ela de novo no trator e tiramos do morrinho estacionando ela na estrada.

Assim decidi tentar ir indo, de carona, pois não havia nada que eu pudesse fazer, e é o que eu faço enquanto escrevo. Acabei de ver uns ciclistas passando +- 5 e me animei em ir andando, apesar de ser só morro e faltar uns 15, 20km.

Penso que estes problemas na Kombi podem ser de certa forma causados pela minha presença karmica, pois é normal problemas assim surgirem na minha presença. Bom ainda tenho dúvidas ao ficar na Kombi. Vou caminhando!

No inicio de uma subida peguei uma carona em uma picape, desci no fim da subida, uns 4km depois. No momento em que eu saia da caçamba outra carona, desta vez até Milho Verde.

Cheguei na oficina de percussão, depois caminhei para a Igreja do Rosário, lá teve um espetáculo das Carameladas, boas palhaças. De lá segui para uma de folclore de mascaras, principalmente relacionado a Folia de Reis.

Segui para a praça toquei com dois caras, um no violão e o outro no clarinete depois ali mesmo observamos o céu, em um curso de astronomia sobre a poluição luminosa.

Conheci uma loirinha de Diamantina, mais cedo havia conhecido Maeioum uma mexicana figura!

Depois da astronomia expus no show que teve em um palco perto da praça. Conheci mais algumas personalidades, na maioria feminina. E agora estou expondo aqui no Armazém (um barzinho), mas pretendo ir dormir logo, uma amiga me ofereceu para eu cair na pousada onde ela está, mas não sei se vai rolar. Assim jaja arrumarei minhas coisas e cairei em algum lugar se lá não der.

18/10/10 segunda feira

Novamente atualizações…

Conheci muita gente legal em Milho Verde! Aquela menina me deixou ficar vários dias em sua pousada, mas escondido. Neste período aconteceu um fato curioso: No outro dia depois do armazém fui comprar um leite condensado. Fui comprei e voltei para a pousada onde amigos recém feitos tomavam café da manhã. Tomei com eles, mas meu leite condensado. Depois fiquei com vontade de um iogurte, e fui comprar, na hora de pagar, cadê a carteira. Tinha vendido uns 30 reais na noite anterior, assim tinha uma nota de 50, uma de 10, e uns trocados que davam +- 20 reais.

Voltei a primeira mercearia, a mulher falou que havia devolvido para os caras que estavam atrás de mim na fila (do leite condensado). Me explicou como eles eram. Na hora que sai vi dois sujeitos que pareciam com a descrição da mulher, perguntei e eles confirmaram, mas diziam só ter 20 reais na carteira, teimei, pois tinha certeza da nota de 50, daí eles começaram a ficar nervosos e para não piorar aceitei os 20 reais, melhor que nada. Mas na discussão fiz um apelo dizendo que era monge, que a grana era tudo o que eu tinha, que havia vindo antes da Kombi para gerar um dinheiro para o concerto das mocinéticas, etc. Ai de noite um deles veio dizendo que o amigo dele se arrependeu e queria devolver os 50 reais. O encontrei mais tarde e ele realmente devolveu! Quando iam se referir a mim me chamavam de monge. Depois ele me deu um Nescau grande, e eu retribui por tudo com um livro “Vida simples pensamentos elevados”.

O pessoal da Kombi chegou, e uns dias depois me convidaram para a casa de Léu, isso já estava nos últimos dias de festival. Fizemos um som, e no fim toquei com um cara na Sitar. A namorada dele era a dona, e fiquei sabendo que era devota de krishna. Conversei com ele e ele me convidou para gravar algo na casa dele, pois ele tinha um estúdio, na brincadeira lancei de gravar um CD. No fim gravamos um CD. Por 3 dias! 8 faixas.

Pessoas muito gente boa eles, e a Luana, sua namorada era realmente uma devota, tinha a coleção do Bagavatam, altar, e sempre fazia prasadam, mas o curioso é que ele (Lomar) não sabia do altar nem da prasadam, não via ela oferecer. Achei muito massa. CD pronto, partimos! Diamantina!

Em Diamantina fiz a capa do CD, em uma cachoeira. Fiz umas cópias. Apresentei no mercado, onde estava rolando um show. Vendi uns 5, 7 CDs e 50 reais no chapéu, depois passei em um barzinho fino onde um músico muito bom tocava, fizemos um som muito bom, ele tinha uma guitarra de dois braços e vários pedais. Fizemos um som com o did e a flauta (nisso vendi os últimos 3 CDs) por 34 reais, nesse lugar não podia passar o chapéu! No fim 12 cópias em um dia, sendo 2 presentes. Ficamos uns 2, 3 dias em Diamantina. De lá decidimos ir direto para a Chapada Diamantina.

Passamos em Montes Claros, sentimos bem pesado o lugar, e partimos bem cedo, e de tarde chegamos em Ibicoara, sul da Chapada.

Fomos para casa de um amigo da Dani, Paulinho e Jê, e suas duas filhas Madú (5 anos) e Madá (2 anos), seres especiais.

Muita chuva! Ficamos uma semana lá. Fiz uns colares, escalei, encontrei o Walter, um grande amigo.

Lá fiquei sabendo do Capão, ia ter um trabalho de Daime lá, e muitos amigos de Ibicoara subiram, decidimos ir com a Kombi, lá conhecemos a Fernanda que nos convidou para ficar na casa dela.

No primeiro dia encontrei a Mayara, uma amiga de Sampa. Ela me convidou para dormir onde ela estava. Nesta noite ainda toquei um montão com um monte de músicos. Encontrei o Marco Túlio que toca didgeridoo também, havia conhecido ele em São Thomé… quase participei da gravação de um CD com ele e o pessoal do Gaia Pia em São Thomé.

No outro dia encontrei o Joano, um irmão que conheci enquanto fazia meu processo dos 21 dias. Falando em não comer, comi em Ibicoara.

Ele me convidou para ficar na casa onde ele estava, que era de um chileno chamado Carlos, que estava viajando, e ele acabou ficando como caseiro. Fiquei lá por quase 2 messes, muitos micos, eles até subiam no nosso ombro para comer banana. Minha alimentação foi praticamente abacate! De todas as formas. Como tinha poucos gastos comecei a juntar um dinheirinho.

Um dia a Fernanda, onde o pessoal da Kombi estava, convidou alguns artistas para participarem de uma Caravana comemorando os 25 anos de Parque Nacional da Chapada Diamantina.

Uma Dani já havia ido embora.

Neste mesmo momento da caravana conheci o Guilherme, e ele me convidou para ficar em sua casa. Conciliou pois o Joano estava querendo ficar um pouco só também.

Convidei outras pessoas para a caravana: Irunú, Patrícia, Antuá, Amarú e Alondra, e Justo.

Um dia antes da Caravana me mudei para a casa do Guilherme, que morava com sua mulher Gisela e sua filinha de 6 meses Clara Luz.

Foram 9 dias de caravana, saímos em um domingo, 12 de setembro e fomos para Mucugê.

A caravana era formada por 25 pessoas inicialmente, Romina (palhaça e malabarista), Justo (músico, palhaço, e malabarista), Adam (!!), Rao (!!), Camili (!!), Matilde (!!), Isaias (músico e palhaço), Adriano (palhaço), Fernanda (poeta, coco, e malabarista, no fim virou a motorista do caminhão), Ruan (coco), Rodrigo, Wilton, Alexandre, Jorge (coco), Patrícia e Antuá (palhaça, pintura facial, musica e teatro de sombra), Tatiana (Teatro e porta voz da caravana), Amarú e Alondra (palhaços crianças, filhos de Antuá e Patrícia), Pablo (chefe, rs), Edimar (motorista), Dil e Daniela (Fotografia e filmagem). Alguns não foram, e outros entraram, mas no fim ficaram uns 23.

Acordamos em Mucugê, tomamos café da manhã (eu que estava a uma semana sem comer, decidi comer para ficar mais homogêneo no grupo) e fomos para Andaraí.

Fizemos o cortejo na feira, e fomos para a PA Itaguaçu (PA = Centro de Assentamento), jantamos, fizemos o festival da noite bem atrasados e voltamos para Mucugê. Todos os lugares foram extremos, intensos, cada um tinha uma receptividade diferente.

Café da manhã e PA Baixão, depois fomos para Igatu, festival e voltamos para Mucugê.

Geralmente o cortejo era um cortejo de Coco, com pequenas apresentações, nas escolas fazíamos números. Os cortejos de feira eram meio que uma passada.

Já o Festival, que geralmente era de noite, por volta das 19, 21h, era um número montado, chamávamos de Circo teatro: Começava com o teatro de sombras, depois uma cena de Índios (eu tocando didgeridoo), depois vinham os garimpeiros (eu fazia a música), daí o fogo (4 malabaristas de swing poi), e depois os caçadores, tudo era intercalado por um Poema (Fernanda), e a Água (Tatiana), um mosquito da malária (Justo), e as lavadeiras por fim (mas cada dia era diferente do outro, muitas apresentações improvisadas, algumas vezes tirávamos números, bom mais esse era o esqueleto.

Na quinta era aniversário do Isaias, tomamos café da manhã e enquanto todos iam na feira de Mucugê eu e a Dani fizemos um bolo e um pavê de banana, depois fomos passear, no encontro de dois grandes rios, lá comemos o bolo vegano da Dani, e depois do festival em Guiné como sobremesa da janta comemos o pavê de banana.

No sábado, foi em Palmeiras, feira, passeio, festival e janta, dessa vez dormimos em Palmeiras mesmo.

Fomos para Remanso, cortejo e depois Lençóis, festival e voltamos para Mucugê.

Perdemos a feira em Ibicoara, daí começamos, fomos para cascavel e por fim festival em Ibicoara. Tive que tomar remédio para apresentar pois estava bem doente.

No outro dia fomos para o Buracão. O melhor passeio! No fim a caravana rendeu 300 reais, também teve um feriado antes no qual fiz 200 reais, mas fiz alguns didgeridoo´s para vender, comprei cds virgens para gravar… no fim fiquei com quase 400 reais.

Mais gastos, rolou uma segunda caravana, de um dia em Contendas do Sincorá, 60 reais!

Depois fui para um festival em lençóis onde fiz uns 500 reais, tirando o gasto que foi bastante.

Logo depois da primeira caravana fiz a Cachoeira da Fumaça e no dia seguinte fui para o Vale do Pati! A idéia era a caravana ir, mas no fim fui sozinho, descrevo em outro lugar essa viagem… depois fiquei sabendo que o Adriano e a Dani da kombi também foram… mas não nos encontramos!

Chegando de lá tentei ver o sol nascer na fumaça… saí as 4h para chegar lá… mas ao chegar só neblina… uma amiga me acompanhava… espanhola… mas nada de sol… muito frio pra falar a verdade! Daí quando deu umas 9:30 começamos a voltar com o sol na cabeça… pois eu queria participar de um ritual em uma sauna, que os índios norte-americanos fazem… muito forte!

Daí rolou essa segunda caravana, fui para o feriado em Lençóis e chegando fui novamente para o Paty!

Bom… vou descrever um pouco sobre o feriado:

Acordei para ir de carona, mas não tava rolando então peguei o carro da feira por 4 reais isso dia 7…8/10/10. lá em palmeiras fiquei das 13h até as 22:30 tentando pegar carona, a única que rolou, isso porque era uma amigo, o Didgeridoo não cabia! Bom no fim de ônibus… 6,70 reais. Nisso ia com um amigo da caravana o Isaias… mas ele chegou antes de mim… assim ao chegar em lençóis encontrei ele, e até já tinha arranjado um lugar para ficarmos. Daí em diante a função era trabalhar! Arranjei um espaço no mercado para expor. Na sexta não vendi nada. Assim quase fui embora… mas decidi ficar até sábado para ver se melhorava… só fui vender sábado de noite! Fui ver o show de Lenine, nisso, nisso tinha certeza de ter perdido minha carteira com mais de 200 reais, pois trouxe do capão 150.

Vendi um pouco mais com a certeza de ter perdido, na hora de ir embora encontrei! Ufa… O susto serviu para desapegar, comecei a fazer mais para Krisnha, sem querer ganhar… preguei mais também!

Daí no domingo estourou, vendi uns 200 reais para mais… vi o show do Geraldo Azevedo, durante o show dei meu CD para ele, e depois no camarim falai para ele que era meu Cd, mostrei o Didgeridoo, e contei que uma de suas músicas era a que minha mãe sempre cantava para mim quando ainda estava grávida, assim pedi para ele que a próxima vez que ele cantasse essa música ele imaginasse uma mãe cantando para seu filho em sua barriga! E voltei para o trabalho! Segue a baixo a letra da música:

Dia Branco

Geraldo Azevedo

Composição: Geraldo Azevedo/ Renato Rocha

Se você vier

Pro que der e vier

Comigo…

Eu lhe prometo o sol

Se hoje o sol sair

Ou a chuva…

Se a chuva cair

Se você vier

Até onde a gente chegar

Numa praça

Na beira do mar

Num pedaço de qualquer lugar…

Nesse dia branco

Se branco ele for

Esse tanto

Esse canto de amor

Oh! oh! oh…

Se você quiser e vier

Pro que der e vier

Comigo

Se você vier

Pro que der e vier

Comigo…

Eu lhe prometo o sol

Se hoje o sol sair

Ou a chuva…

Se a chuva cair

Se você vier

Até onde a gente chegar

Numa praça

Na beira do mar

Num pedaço de qualquer lugar…

E nesse dia branco

Se branco ele for

Esse canto

Esse tão grande amor

Grande amor…

Se você quiser e vier

Pro que der e vier

Comigo

Comigo, comigo.

Durante o show rolou um clima com uma menina! Mas só fui ver ela no outro dia!

Vendi bem na segunda, e no fim passei muito tempo conversando com ela es duas amigas, mas só de noite nos encontramos!

Eu estava dormindo em média 2h por noite a dois dias… no fim depois de expor das 8h as 3h da madrugada encontrei esta menina e acabamos ficando juntos até amanhecer, me despedi e fui expor no mercado. Feito… dormindo em pé e vendendo! Rsrsrs… Cômico. Fui o primeiro a chegar no mercado… arrumei a mesa com os livros, artesanatos, CDs e didgeridoo´s. dai sentei e comecei a cochilar… apoiei em um canto a cabeça e dormi alguns minutos… o suficiente para me deixar em Alfa… me acordaram para atender uma menina que queria saber o preço das pulseiras, primeiro perguntou de algumas… respondi sem raciocinar… vendi duas por 10… isso que deveria ser 15… mas simplesmente falava o primeiro valor que achava pra ela… depois desta situação decidi até tomar café… isso porque fazia uns 7… 8 anos que eu não tomava! Tomei dois copos e daí chegou um monte de senhor de alguma missão católica ou evangélica… neste tempo uma mulher veio e conversamos bastante! Daí o sono diminuiu… ia pegar o ônibus das 14:15h, mas ele atrasou e saímos só as 17… 18h cheguei no capão umas 20, 21h e expus!

Nisso encontrei uma grande alma… de longa data… nisso ficamos juntos! Decidimos ir para o Paty, no outro dia (13) ficamos um dia só nas frutas e no outro dia fomos para o Patt! Isso está detalhado em outro lugar!

E hoje acordei decidido a atualizar e a digitalizar isso tudo. Descansar e talvez fazer uns didgeridoo´s!

20/11/10

Hahahah! Novamente atualizações!

Bom… hoje só joguei Videogame e gravei Cds!

Que mudança de realidade! Mas isso se deve ao fato de que estou em casa em MG!

Bom… Fiz mais 4 didgeridoo´s, digitalizei a maior parte e principalmente descansei! Mas em um daqueles dias creio eu que 4 dias depois do Vale do paty, minha mãe ligou… e de certa forma precisava voltar! Mas o principal foi que estava um pouco cansado, e com saudades! Me convenci e no outro dia voltei! Foi os dids ficarem prontos e eu estava no ônibus. Comprei uma barraca por que precisava e o casal que me hospedava também precisava do dinheiro! E dei um didgeridoo para o Guilherme! Gastei com mais algumas coisas… comi um pouco de cada coisa que os amigos faziam…

Sai bem cedinho umas 6h do capão para Seabra. Cheguei as 8h e as 8:30 peguei um ônibus para São Paulo! As 19:30 do outro dia cheguei em São Paulo… Ia ficar lá uns dias, mas como tinha muita coisa decidi ir direto para São Thomé das Letras! E foi isso que fiz… peguei o ônibus das 20:30 e cheguei as 00:00 em Três Corações, como só teria ônibus as 6am dei uma dormida em um canto, pois lá é bem pesado de noite! Cheguei em São Thomé… Bom… daí pra cá sem muitas novidades, vendi Cds, conheci varias pessoas, reencontrei um monte, feriados etc…

 

 

Vale do Paty primeira viagem:

 

25/08/10

Este é um diário de um processo de auto-conhecimento que decidi fazer na Chapada Diamantina!

Decidi fazer a trilha do Vale do Paty sozinho e sem beber água, muito menos comer! Apartir daqui detalharei como foi e dera este processo:

Ontem sai para fazer a trilha. Seriamos um grupo mas muitos desistiram, no fim seria eu o casal da kombi 3 francesas e uma argentina.

Acordei e passei as 8:30 nas francesas, mas elas estavam dormindo, achei que tinham desistido, daí segui caminho e passei no Adriano e na Dani, mas eles disseram que as francesas iam e haviam marcado para as 7…8h de se encontrar. Como ia ser um rolo e ia demorar para se resolver decidi ir indo. Assim parti +- as 9:30… 10h!

Quando acordei decidi fazer essa trilha de uma forma bem simples, jejuar, evitar falar, e levar o mínimo possível. No fim trouxe:

1 saco de dormir.

1 escova de dentes.

1 bloco de anotações

2 canetas

14 reais.

1 garrafa d’agua

Quanto a roupa, vim com uma calça, uma blusa de moletom, um colete, uma meia e uma cueca, uma bota. Há e um chapéu de palha!

Depois de falar com o casal caminhei até o Bomba, e peguei o inicio da trilha. Foi bem tranqüilo apesar de ser só subida, já estava com um pouco de sede, e aos poucos ela ia aumentando. Cheguei no córrego das galinhas que era o que sinalizava o fim da subida e que deveria entrar na próxima direita, se não faria a trilha pela cachoeira Calisto… mas não queria pois é mais difícil e longa!

Depois de virar a direita, a trilha era basicamente plana entre um deserto de capim. Depois de um tempo caminhando decidi tomar água. Logo depois encontrei um grupo de umas 5 pessoas e um guia que me informou de que eu estava a uns 10min do Rancho, local onde eu pretendia passar a noite.

Ao chegar lá descansei uns 20min, daí chegou um grupo de 4 pessoas e um guia, ele meio que me orientou um pouco, me informou que devia ser 13h da tarde e logo depois se foram, vinham do Guiné, ali pretendiam encontrar outro guia, que ainda não estava lá.

Depois de um Bom tempo dormindo acordei com um pessoal do ICMBio fazendo comida, continuei deitado meio dormindo. Quando acordei era entardecer e decidi procurar um local com água cristalina que o guia havia comentado, fui e nada. Decidi voltar pela falta de luz… na volta segui pela trilha que teria que pegar pela manhã até um alto do morro, ali esperei a lua nascer. Demorou mais do que eu esperava pois ela surgiu atrás do maior morro que tinha. Logo que ela nasceu decidi voltar. Já tinha visto vários satélites e estrelas cadentes, muitos vaga-lumes, estrelas, e estava frio! Voltei! Descobri que a porta do Rancho estava aberta e peguei 2 colchões para dormir.

Acordei exatamente com o nascer do sol. Tomei um banho num lago com uma queda d’agua que tinha ali bem pertinho… inclusive dormi com o som da água a cair.

Daí parti! Me perdi no início, voltei até a entrada do rancho e nada de outra trilha, então decidi ir por ali mesmo. Sabia que não era a trilha principal mas segui uma trilha que havia pegadas!

De início a trilha estava tranqüila, depois começou a ter um pouco de lama, escorregar. Daí virou pura lama, daí piorou continuando lama pura só que com descidas e subidas, mas cheguei na Igrejinha! Isso +- 2… 3h de caminhada depois do Rancho.

Ao chegar na igreja me orientaram para seguir mais um pouco, e me informaram da que eu havia pego uma trilha uma trilha de animais… menos usada.

Saindo da igrejinha, só subida e depois só descida. Estava sentindo meus joelhos há um tempinho, e meu pé esquerdo doeu um pouco nesta última descida. Sentindo bastante o joelho cheguei na escolinha e fiquei!

No meio da tarde surgiu um grupo de 5 pessoas com a chave da escola. Se ajeitaram com colchões e começaram a fazer comida. Provavelmente serão meus vizinhos esta noite!

26/08/10

Ontem sai da escola para dar uma volta, comprei uma dúzia de bananas por 2 reais e comi algumas. Enquanto comia passou um burro e logo depois um homem com um menino em cavalos, ele me orientou onde me hospedar, que era onde ele morava. Fui para lá. Quando cheguei me informaram os valores mas deixei bem claro minha situação, mesmo assim eles queriam 5 reais pela diária, mas realmente não teria como pagar pois com 2 reais gastos tinha só 12 reais. Era uma pessoa bem amável e no fim ele me deixou pernoitar, e ainda me ofereceram um jantar. Joguei dominó com dois meninos, um o do cavalo. Ouvi o rapaz que me deixou ficar lá tocar acordeom e comi. Logo depois de comer chegou um casal que eu havia visto na fumaça, conversamos e depois fui dormir pois estava bem cansado!

Agora acabo de acordar, me sinto um pouco melhor fisicamente, meus joelhos parecem ter melhorado um pouco. Talvez eu vá com este casal para o cachoeirão por cima e depois volte sozinho pois de lá eles vão para Guiné.

No fim vim para o cachoeirão, um lugar lindo com cerca de 280m de altura, o único porem é que tem pouca água nesta época, mas mesmo assim é fantástico!

Decidi passar a noite aqui! Inicialmente pretendo ficar em algumas pedras bem em cima dele, perto do paredão, mas caso vente muito, tem outra caverna mas atrás. Mas até o nascer da lua fico aqui!

O casal foi embora lá pelas 13h… e neste mesmo momento conheci um outro grupo… 2 brasileiros de sampa, dois gringos, e o guia… me ofereceram um lanche… aproveitei e comi um pouco… no fim antes de irem me deram algumas coisas… mel, banana e abacaxi desidratados, bolacha e uns biscoitinhos…

No fim deitei na pedra mesmo e o nascer da lua foi fantástico! No meio da noite começou a chover e havia muita neblina, fui para uma toca próxima. Antes de ir para toca aconteceu um fato curioso… o guia que me levou até lá com o casal disse que eu podia jogar meu chapéu no abismo que ele voltaria… não fui louco de arriscar a perder minha única proteção do sol na cara… mas nessa de ir para a toca por causa da chuva, tirei o que estava pesando do chapéu e nisso bateu um vento que jogou ele no abismo! Mas… adivinhem… ele voltou mesmo… vem um vento forte de baixo para cima… assim qualquer coisa que seja bem leve quando jogada lá pra baixo o vonto joga para cima até sair da corrente geralmente voltando para as pedra ao redor…

27/8/10

Acordei bem cedo com uma garoa e neblina. Decidi Voltar! Comecei a caminhar e decidi pegar uma trilha que ia aparentemente para a igrejinha! Chegando lá, me informaram que eu devia ter subida a Rampa para voltar, entrada que passei nesta trilha, mas melhor ainda seria se eu nem tivesse descido por aquela trilha, só tinha que acompanhar o paredão… mas como estava lá… voltei até a entrada da trilha da Rampa. Imaginem o porque deste nome! Uma super subida, curta, mas a mais íngreme que já subi!

Ao subir havia duas trilhas… não vi muito bem a que ia para o capão e meio que consciente peguei a de Guiné. No meio de um rio encontrei o grupo da escolinha e me informaram que eu estava indo para Guiné realmente. Senti um chamado e continuei na trilha. Também me disseram que havia uma trilha chamada Volta da Serra que ligava por fora da chapada Giné-Capão. Segui para Guiné.

As 15h cheguei em Guiné, tentei uma carona para palmeiras mas nada! No cair da noite decidi seguir até o inicio destra tal trilha Volta da Serra… pelo que me disseram uns 15km de Guiné! Caminhei um pouco, depois peguei uma pequena carona onde minha garrafinha de água caiu, pois a carona foi em uma moto.

Continuei caminhando até chegar em um cruzamento que me deu dúvida, havia umas casas perto, me informaram que faltava 9km e eu havia caminhada uns 8km até ali, como o tempo estava estranho decidi dormir ali mesmo.

28/8/10

Acordei umas 5:30am e sai, caminhei! Na estrada me informaram que havia uma outra trilha que cortava caminho, peguei, depois de um tempo a trilha começou a ficar confusa, depois de +- 1…2h já caminhava em uma trilha qualquer, fui me perdendo casa vez mais, até chegar ao ponto de estar no meio do nada, cercado por arvores secas cheias de espinhos e sem trilha! Um certo desespero começou a surgir! Minha única vontade virou encontrar um trilha maior e segui-la para onde ela fosse. No fim encontrei a ultima trilha que havia pego, meio que retornei a uma principal e segui.

Após caminhar um pouco sai em uma estrada, e logo depois avistei casas!

Em uma delas fui perguntar onde era o inicio da trilha Volta da Serra, me disseram que uns 5… 6km seguindo aquela estrada. Neste momento surgiram duas caronas! Uma direto para o capão, recusei, e nisso passou o tal coronel que tinha a ultima casa, bem onde começava a trilha… chegando lá conversei um pouco com ele, e enchi uma garrafinha que havia pego na estrada, segundo ele era a melhor água da região… ele me explicou +- como seguir na trilha pois as terras eram suas na maioria do caminho. Isso já era 9… 10h. Segui pela trilha… muito bela…

Cheguei nas rodas! Segui para vila e ainda peguei o mercadinho quase fechando… isso era 12h e segui para casa onde estava acompanhado pelo Isaias… e descansei!

FIM!

 

 

Vale do Paty segunda viagem:

 

Desta vez não anotei a data, mas foi logo após o feriado de Lençóis!

Estou seguindo o mesmo principio da primeira viagem, só que com uma flauta e uns 20 reais, mas o maior diferencial é que uma pessoas incrível me acompanha!

Havia conhecido ela no ENCA do Gamarra, foi uma das pessoas que mais me marcou até hoje. A reencontrei estes dias após a segunda caravana, mas no mesmo dia fui para lençóis. No dia que cheguei de Lençóis a encontrei na Vila e ela me convidou para a trilha, até então iríamos com mais pessoas, mas no fim todos desistiram. Assim fomos só nos dois. Neste dia que voltei de lençóis dormi onde ela estava ficando, com ela, ao acordar fomos para casa do Guilherme, onde estou pois precisava arrumar minhas coisas da volta de lençóis e partida pra trilha. Fomos na vila e na volta ela dormiu comigo no Gui. Acordamos hoje e viemos praça!

Saímos umas 10h. Amanhã também terá uma amostra de um filme no paty sobre o Paty!

Bom… não tenho muito que comentar, mas digo que estou em um lugar fantástico com uma pessoa fantástica! Fizemos um voto dês de ontem de que ficaríamos só nas frutas.

Quando chegamos no Rancho encontrei três amigas, fizemos um sonzinho antes de dormir. Não dormi exatamente junto com a pessoa que estou, mas no meio da noite ela acordou com frio e pediu para dormirmos pertinho. No fim tivemos um contato físico mais forte, e voltamos a dormir.

Ela só acordou com as meninas indo embora. Daí conversamos!

Decidimos não alimentar mais a energia sexual, apesar de não termos feito sexo ainda! Será interessante, queremos nos conhecer e nos amar verdadeiramente para só daí fazermos amor!

Comemos o último dos 4 pacotes de banana passa. Ela estava com várias vontades então decidimos ficar pois não teríamos nada para comer assim ficamos.

Contei um pouco da minha história e o porque de alguns comportamentos meus. Nisso passou um rapaz, mas logo se foi!

Há… esqueci de comentar que quando vínhamos encontramos um rapaz sem uma das pernas fazendo a trilha de muleta de volta para o capão!

Ontem ao acordar tomei banho e já de noite antes de dormir também.

De noite tivemos a companhia de um cavalo sorrateiro!

Hoje acordamos e viemos pela trilha dos animais, mas desta vez não estava com tanta lama. Chegamos na Igrejinha comemos banana, reencontramos as meninas que estavam no Rancho. Hoje o filme passará na prefeitura… provavelmente vamos para lá pela cachoeira dos Funis.

Passeamos e depois fomos para casa da Raquel ( lugar onde me hospedaram na primeira vinda ). De lá fomos para o cinema na prefeitura isso dava uns 40min de caminhada, também por ser de noite.

Neste meio, na Raquel ainda um pouco antes de sair a pessoa que me acompanhava comeu um pratão que fizeram para mi e para ela, mas como eu estava firme nas frutas não comi, mas ela comeu… assim perdi os motivos de fazer essa caminhada, pois, dês de ontem ele se distanciava cada vez mais, não sei porque, mas sinto isso, cada dia ela corta algo, hoje senti muito quando ele pediu para eu não olhar mais para ela. Assim não vejo mais porque continuar no Paty, pois eu vim por dois motivos desta vez… o primeiro era o pacto de fazer o Paty com alguém só nas frutas. O segundo era vir COM ela, juntos, e se agora ela esta na viagem pessoal dela, não tenho porque estar com ela, sinto que tudo que tínhamos de bom foi virando negativo, assim decidi conversar com ela hoje e ver no que desenrola.

No fim deu naquilo, ir embora.

Acordei bem cedo esperei um pessoal que estava indo para o Guiné, e segui com eles. Só subida, até a Rampa, +- 1h e 30min de caminhada na subida. Senti um pouco pois estava cansado, minha perna não dava a força que eu precisava. Quando saímos devia ser umas 7:30… 8h, caminhei bem rápido, alguns momentos caminhava tocando flauta. Passei por um Grupo de Gringos quase na descida para o vale, e logo na descida encontrei dois amigos… Laura ( canadense) e Felo (colombiano). Expliquei e eles foram, isso devia ser 12h.

Desci, tomei um banho na cachoeira Angélica, lá encontrei outra grande amiga, Irunú, e parti. Passei na casa do Mauro (amigo músico que estava de fazer umas gaitas colombianos comigo e a Irunú, pois ele tinha os bambus, eu a cera de abelha, e a Irunú a técnica), no caminho encontrei uma moça que estava em lençóis e viemos conversando até os Brancos, até ela pegar uma carona, parei num estabelecimento ali nos Brancos temei 1 litro de suco de limão e abacaxi e cheguei na casa onde estava!

FIM!

5 respostas para Diários

  1. Ricardo disse:

    Eu não li tudo Rao, mas na boa parte que li reparei que as suas experiências são demais!! Que Deus te abençoe nesse caminho! Abraço
    Ricardo Rodrigues

  2. Thays Palomares disse:

    Oi, Rao! Nos conhecemos aqui em São Paulo, nesta semana! Vc tocava flauta lindamente na estação Clínicas e eu parei para ouvir!
    Li seu diário e algumas outras coisas por aqui! Gostei, achei especial! Muito legal vc compartillhar suas experiências!
    Desejo que vc siga nesta caminhada cheia de luz e leveza e que acaricie o coração de muitas pessoas com a doçura da sua flauta! Ah, e que eu tenha a oportunidade de te ouvir mais vezes! =)
    Um forte abraço,
    Thays

  3. Jéh Mattos disse:

    Belíssimo Irmão!
    Como foi bom ler seu relato. Ainda mais porque estou prestes a ir para a Chapada, só fortaleceu o caminhar!

    Gratidão pelo compartilhar!

    LUZ

  4. Lomar disse:

    Opa! Legal esse momento descrito aqui… mas uma observação, eu sou o Lomar que vc gravou o cd aqui em Milho , só pra corrigir eu sei da devoção de minha esposa e acho que essas questões pessoais alem de incorretas ,quando se tratam de terceiros (nesse caso minha família) se tornam irrelevantes e pouco interessantes ao publico alheio … mas ta certo

    • raocaiua disse:

      Reeditei Lomar, Perdão se de alguma forma expus vcs, mas no diários descrevi o que vivi lá, e pelo que tinha compreendido havia sido como havia escrito. Perdão pelo equivoco, e gratidão pela ajuda fundamental que me proporcionou!

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